Agora é oficial: NÓS MUDAMOS O DOMÍNIO!

Heeey 😉
Vocês não imaginam como eu estava ansiosa para anunciar, hahaha. Finalmente, consegui acertar tudo sobre o registro do domínio e hospedagem, e agora nós vamos mudar de casa!

aviso
Por que o nome mudou, Paty?
Sem dar risada, hein, gente: os domínios http://www.prazerculposo.com e http://www.prazerculposo.com.br estavam disponíveis, PORÉM, o meu querido celular, tentou ocultar a pesquisa, porque achou que esta era uma pesquisa, digamos, adulta. Fuen, fuen, fueeen. Ok, pode rir agora, hahahahaha.
Enfim, para não ter este tipo de problema e perder leitores, eu decidi mudar o nome / domínio do blog: BOOKNERD. E, vamos ser sinceros, combina bem mais comigo.

 

Espero que tenham curtido a novidade! E corre pra visitar o novo endereço, e se inscrever, porque estou preparando vários posts, extras e freebies pra vocês!
Smaaaack!

 

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Agora é oficial: NÓS MUDAMOS O DOMÍNIO!

Heeey 😉
Vocês não imaginam como eu estava ansiosa para anunciar, hahaha. Finalmente, consegui acertar tudo sobre o registro do domínio e hospedagem, e agora nós vamos mudar de casa!

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Por que o nome mudou, Paty?
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Enfim, para não ter este tipo de problema e perder leitores, eu decidi mudar o nome / domínio do blog: BOOKNERD. E, vamos ser sinceros, combina bem mais comigo.

 

Espero que tenham curtido a novidade! E corre pra visitar o novo endereço, e se inscrever, porque estou preparando vários posts, extras e freebies pra vocês!
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Agora é oficial: NÓS MUDAMOS O DOMÍNIO.

Heeey 😉
Vocês não imaginam como eu estava ansiosa para anunciar, hahaha. Finalmente, consegui acertar tudo sobre o registro do domínio e hospedagem, e agora nós vamos mudar de casa!

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Por que o nome mudou, Paty?
Sem dar risada, hein, gente: os domínios http://www.prazerculposo.com e http://www.prazerculposo.com.br estavam disponíveis, PORÉM, o meu querido celular, tentou ocultar a pesquisa, porque achou que esta era uma pesquisa, digamos, adulta. Fuen, fuen, fueeen. Ok, pode rir agora, hahahahaha.
Enfim, para não ter este tipo de problema e perder leitores, eu decidi mudar o nome / domínio do blog: BOOKNERD. E, vamos ser sinceros, combina bem mais comigo.

 

Espero que tenham curtido a novidade! E corre pra visitar o novo endereço, e se inscrever, porque estou preparando vários posts, extras e freebies pra vocês!
Smaaaack!

 

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03 Séries Que Estou Acompanhando (E Amando!).

Heeey!

Pra quem não me conhece (oi!), eu sou A LOUCA das séries. Assisto várias, de todos os temas possíveis, e a alegria da minha vida é fazer maratonas (yeeey!) e, por este motivo, o Netflix é quase o meu rei, hahaha!
Eu adoro descobrir quais séries as pessoas estão acompanhando, e adoro receber dicas! Então, resolvi criar este post para indicar as minhas atuais favoritas. Vamos lá?

sleepy

  1. SLEEPY HOLLOW (Netflix / Fox Play).

    Sleepy Hollow é uma releitura moderna do clássico de Washington Irving (The Legend of  Sleepy Hollow . Ichabod Crane é ressuscitado dois séculos e meio depois para descobrir que o mundo está a ponto de ser destruído e que ele é a última esperança para a humanidade. Isso o obriga a se unir a um policial contemporâneo para desvendar um mistério da época dos fundadores do país.
    Descrição: site Fox Play.

Eu adoro história e adoro contos sobre acontecimentos sobrenaturais (vejam bem, contos, ficção, porque sou a maior cagona do Brasil, minha gente!), então, antes mesmo de assistir, eu já sabia que Sleepy Hollow seria uma série que iria ganhar um cantinho bem quentinho no meu coração. E não estava errada.
A história prende a sua atenção (eu assisti a 1º temporada inteira em apenas um dia – no domingo, que é totalmente o dia da preguiça, me dá um desconto, né), o diálogo é bacana, os personagens são cativantes, e o melhor, na minha humilde opinião: vai direto ao ponto. A série mantém o mistério no ponto certo, apenas para prender o telespectador e deixar aquele gostinho de quero mais – o que é impossível de se controlar quando estamos assistindo a série através do Netflix, maldito seja o “próximo episódio em…” –, mas, no geral, a história não tem muita enrolação.

Aaaaand last but no least, Ichabod Crane, que é o tipo de personagem que nos faz odiar o mundo real, e ter vontade de viver na fantasia para sempre! Já o Tom Mison, dispensa comentários, não é?. Ok, só um: definitivamente, eu tenho uma queda – dessas, tipo, de precipício – por homens britânicos ♥.

Ah, e se você quiser conferir o conto de Washington Irving, encontrei o e-book neste link (apenas em inglês).

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  1. HOUSE OF CARDS (Netflix).

    House of Cards tem como protagonista Frank Underwood, um político que lidera a bancada majoritária da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos. Underwood fica decepcionado quando descobre que não ocupará o cargo de Secretário de Estado da nova gestão, posto que foi prometido anteriormente a ele, pelo agora recém-eleito presidente. Em vez de aceitar a derrota, Frank decide usar seu conhecimento sobre os bastidores da política para orquestrar sua vingança.
    Descrição: site Minha Série.

Este drama político é uma série original do Netflix. Quando um amigo me indicou, resolvi assistir com a mente aberta, mas lá no fundinho eu pensava que não iria gostar muito. Ledo engano (hahaha, sdds Fórum 3 Vassouras).

A série é um absurdo. É impossível assistir um episódio e deixar o resto de lado, na listinha “assistir mais tarde”. O enredo é de tirar o fôlego, e a história te surpreende a cada episódio. Ali, nada é previsível!

Estou na 2º temporada, porém, não assisto diariamente. Os episódios possuem em torno de 50 minutos/cada, mas são bem intensos, e não é todo dia que estou no clima de assistir algo tão sério. Mas, é o tipo de série que quando você dá o play, só pausa para fazer xixi e buscar café – e o café é só pra você aguentar ficar acordado para assistir o próximo episódio, hahaha.

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  1. HOW TO GET AWAY WITH MURDER

    How to Get Away with Murder é um eletrizante thriller de suspense, da produtora Shonda Rhimes (de Grey’s Anatomy e Scandal), sobre um grupo de ambiciosos estudantes de Direito e sua brilhante e misteriosa professora de defesa criminal, que se vê envolvida em uma trama de assassinato que vai agitar toda a universidade e mudar o curso de suas vidas.
    Descrição: site Minha Série.

A série estreou dia 05 de Março, no Canal Sony Brasil – a estreia americana foi em Fevereiro. O trailer me chamou prendeu por causa da trama, mas o que também chamou a minha atenção foi o Alfred Enoch no elenco (oi, Dean Thomas), e esse detalhe me deixou muito curiosa e entusiasmada para assistir, porque eu gosto muito dele, porém, na série de filmes HP ele é um personagem com pouquíssima participação. Mas, geeente, como ele está diferente! Virou um homenzarrão! Só eu acho essa palavra bizarra?

A série é bem cativante, e logo no primero episódio criei meus casos de amor (Annalise, que é, de mãos dadas à Claire Underwood, uma das personagens mais poderosas e divas de todos os tempos ♥) e ódio (Michaela Blah Pratt – que é a Hermione da história), hahahaha. O bacana da série é que tem a trama principal, que nós vamos acompanhando em todos os episódios, e tem a trama paralela, que são os casos dos clientes do escritório da Annalise. Então, nós não ficamos entediados, porque a cada episódio é um caso novo, novos personagens, emoções e suspenses, enquanto a trama principal vai desenrolando.

Infelizmente, a Sony disponibilizou apenas uns 2 ou 3 episódios com áudio original, enquanto o restante foi transmitido dublado, blah. Por este motivo, ainda não finalizei a 1º temporada, porque parei de acompanhar na TV e estou aguardando a liberação de todos os episódios no Now para fazer uma maratona.

Essas são algumas – das muitas – séries que estou acompanhando! Se você quiser ver mais posts como este por aqui, é só me falar nos comentários! E vocês, gostam de acompanhar séries?

Smaaack ♥.

Desafio Musical 52 Álbuns {01/52} – Para Embalar Começos e Recomeços.

Audrey Hepburn at home circa 1953 Photo by Bud Fraker
Como eu citei no post anterior, estou participando do Desafio Musical da Victoria, do Borboletando. Sim, seria mais bacana se eu tivesse iniciado o desafio na primeira semana de Janeiro, pois iria concluir em Dezembro, mas, por motivos diversos, não foi possível. Então, vou começar hoje, e terminar em Abril/2016, sem problemas, sem choro, obrigada, de nada.

O desafio consiste em, basicamente, indicar um álbum por semana, de acordo com os temas sugeridos no descritivo. A ideia geral é seguir os tópicos na ordem original, mas não existem regras específicas falando sobre isso, portanto, se eu alterar um ou dois itens, não se preocupem, não estou roubando hahahahaha pra terminar mais cedo, porque no final, todos os 52 tópicos serão adicionado ;). Mas, vou iniciar com o primeiro tópico do desafio, corretamente, pra mostrar que eu posso ser disciplinada, ok? Hahahahaha.

MCIS_Cover

Este tópico foi fácil, porque eu adoro a banda. Então, assim que li “para embalar começos…”, meu cérebro gritou HEY! MELLON COLLIE!, pois é um dos meus álbuns favoritos.
Mellon Collie and the Infinite Sadness
é o 3º álbum da banda Smashing Pumpkins, e foi lançado em 24 de Outubro de 1995.

smashingpumpkins

O álbum é duplo na versão CD/cassete, possuindo 14 faixas no Disco 1: Dawn to Dusk, e mais 14 faixas no Disco 2: Twilight to Starlight. Porém, a versão em vinil é um álbum triplo, sendo Lado 1: Dawn, Lado 2: Tea Time, Lado 3: Dusk, Lado 4: Twilight, Lado 5: Midnight e Lado 6: Starlight, e cada lado do disco possui 5 faixas. A versão em vinil possui 2 faixas bônus, a “Tonite Reprise” e a “Infinite Sadness”. Com exceção de Take Me Down, todas as letras foram escritas por Billy Corgan – Farewell and Goodnight, tem a participação de James Iha na composição -, e ele também fez parte de toda a produção do álbum, ao lado de Alan Moulder.
O álbum, inclusive, possui uma das minhas músicas favoritas de todos os tempos, que é 1979 (nostalgia na veia e no ♥).

Quando foi lançado foi o maior auê: estreou na 1º posição na Billboard (inclusive, foi a primeira vez na história da banda)! Além disso, existem vários outros prêmios/títulos: em 1997 a música Bullet With Butterfly Wings recebeu um Grammy; em 1998 foi votado como o 29° maior álbum de todos os tempos pela Revista Q (Britânica – a votação foi feita com os leitores); em 2003 recebeu a 487° posição na lista dos 500 Melhores Álbuns de Todos os Tempos, da revista Rolling Stone; foi eleito melhor álbum de 1995 pela Revista Time, e ocupa a 149° posição na lista dos 200 álbuns definitivos do Rock and Roll Hall of Fame.

 


Billy Corgan começou a compor as músicas do álbum após a turnê do álbum Siamese Dream, e entre o final de 1994 e início de 1995, a banda fez 4 concertos para apresentar algumas músicas aos fãs (foi proibida a entrada da imprensa, e de qualquer tipo de câmera filmadora ou fotográfica, e gravadores). A recepção do público foi incrível, superando as expectativas dos membros da banda, o que os motivou ainda mais a entrar em estúdio, o que ocorreu em Março, de 1995. A banda passava a maior parte do tempo no estúdio, chegando a gravar por até 16 horas/dia, sendo que o Billy Corgan, às vezes, ficava até 18 horas/dia trabalhando no acabamento das músicas. O processo de gravação foi finalizado em Agosto (1995), com o total de 56 faixas – que foram reduzidas para as 28 faixas oficiais.


Ficha Técnica
Nome: Mellon Collie and the Infinite Sadness – Spotify.
Lançamento: 1995.
Melhores músicas: 1979 (♥), Bodies, Porcelina of the Vast Oceans, Cupid De Locke e Tonight, Tonight.
Curiosidade útil: As faixas que não foram inseridas no álbum, foram lançadas posteriormente em uma coletânea de singles e lados b, com o título The Aeroplanes Flies High.
Curiosidade inútil: Sempre que ouço/leio o título deste álbum, penso em The Meloncholy Death of Oyster Boy and Other Stories, do Tim Burton, hahahahaha ♥.

Agora, é só apertar o play e curtir um dos melhores álbuns de todos os tempos ♥.
E, para acompanhar todos os posts do Desafio Musical, é só clicar aqui e seguir a tag 52 Álbuns ;).

Smaaack ♥.

Sobre minha ausência e os desafios literário e musical.

Hey!

Primeiro quero preciso pedir desculpas pelo sumiço repentino!
PERDÃO ♥.

Após as férias de fim de ano, foi a maior correria e tudo aconteceu. Começando pelo trabalho: atuo na área de refrigeração (ar condicionado) e durante o verão mal consigo tempo para almoçar. Nós ficamos 15 dias de férias, e voltamos como um turbilhão. Ainda em Janeiro, a minha mãe foi viajar, e eu fiquei cuidando da casa. Porém, quando ela retornou, tivemos um pequeno acidente: acreditem ou não, o meu gato – aspirante a serial killer, diga-se de passagem, haha – mordeu a perna da minha mãe e ela ficou quase 15 dias sem poder andar direito. Em seguida, veio o carnaval, e quando retornamos, comecei a estudar, porque quero fazer a prova do ENEM este ano e ingressar no curso de Arquitetura (yey!).
As coisas se acalmaram, meus finais de semana ficaram tranquilos, eu consegui montar o meu calendário editorial, e para compensar esse tempo todo perdido, eu resolvi participar de um desafio bem bacana. Me inspirei no #VEDA (Vlog Every Day in April), porém, como ainda não estou fazendo vídeos, fiz uma pesquisa para saber se existia algum desafio do tipo apenas para blogs, e encontrei alguns como o #BEDM Blog Every Day In May (Blog Todos os Dias em Maio) e o 30 Day Blogging Challenge (Desafio de Blogar 30 Dias, mais ou menos isso). Estou pesquisando as regras e tópicos para ver se consigo participar, porque não adianta começar e não terminar, certo? Mas, quero preparar algo especial pra vocês, porque me senti mal durante esse abandono :(. Sem mais mimimi, vamos ao que interessa.

Eu amo desafios, e no início do ano encontrei dois que adorei e resolvi participar: o Desafio Literário do Nayh’s Wonderland, e o Desafio Musical do Borboletando.

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Tamanho GG.

Há algum tempo atrás, zanzando por blogs, encontrei um texto com o seguinte título: Como é ser gorda?
Fiquei curiosa, então resolvi ler.

No texto tinha algo sobre ter receio de ir a determinados locais porque as cadeiras (aquelas de plástico, brancas) são fracas; sobre lojas que não possuem roupas com numeração grande e, de acordo com o texto, nas quais gordos não são bem vindos; sobre ter medo / desconforto de comer sozinha na rua, porque as pessoas poderiam olhar e pensar “por isso está deste tamanho”; sobre ter receio de um cara, do nada, chegar em você pra conversar (no texto, a pessoa citou que procura por um grupo de amigos, pra ver se não rolou uma aposta do tipo “te desafio a falar com a gorda”), entre outras coisas.


Depois fiquei pensando sobre tudo o que li, e lembrei de vários depoimentos que ouvi (de gordinhos de todos os tamanhos).

Eu sou gorda. E, sinceramente, com exceção das cadeiras de plástico, que realmente não aguentam muito peso, achei o restante do texto um exagero. Já fui mais gorda, mas vira e mexe, eu entro e saio de regimes. E, recentemente, comecei a treinar para me ajudar a emagrecer de forma saudável. Porém, mesmo sendo grande, não acho que a maioria destes são problemas da sociedade, acho que são mais pessoais. Eu já frequentei reuniões e via as pessoas comentando sobre ter vergonha de sair, de comer fora, etc, mas acho que se eu realmente me aceito, e estou feliz assim, não tem peso que vá me impedir de sair, porque eu não ligo para o que os outros pensam de mim. Comecei o regime porque EU quero me sentir melhor, e não ter complicações por causa do peso (minhas pernas gritariam ALELUIA se pudessem falar) e não porque a sociedade me maltrata. Pelo contrário, nunca sofri por isso, minha vida social não tem nenhum problema, saio para comer com os amigos ou sozinha e faço o que tenho vontade.

É difícil achar roupas? Sim, um pouco, mas quase todas as lojas que frequento (no geral, lojas populares) têm uma área plus size, e quando não encontro esta área específica, ainda tem numeração G e GG. Existem piadinhas em alguns lugares? Claro que sim, mas, honestamente, mesmo que entre amigos, de modo discreto ou não, eu também faço piadas com outras pessoas, então porque não iria aceitá-las?

Claro, não vou excluir os estereótipos da sociedade, os famosos “gordinha pode, gordinha não pode” (vão pro inferno, porque eu posso fazer o que eu quiser, meu chapa!), as lojas ou eventos que nem se quer contratam gordinhas, etc, o que é terrível, mas, se for analisar, o alvo não é apenas uma gordinha, em algum ponto, todo mundo sofre por algo do tipo: não pode ter barba, não pode ser baixinha, não pode ser negro, não pode ser caucasiano, não pode ser asiático, não pode ter o cabelo colorido, não pode ter tatuagem, e por aí vai… A vida é assim, aguenta!

No fim das contas, pra resumir, não acho que é um problema da sociedade nos aceitar, mas algo pessoal. Porque se eu tenho medo (ou desconforto) de sair, comer sozinha ou de um cara que chega pra conversar, sinceramente, eu acho que isso é auto bullying. Nesse caso, acho que a maior preconceituosa sou eu. Já tive pensamentos preconceituosos porque sou gorda? Claro. Mas com o tempo, entendi “a parada”. EU resolvi iniciar o treino na academia e o regime. Beleza. Você não quer? Então não faça, ninguém pode te obrigar a ser o que você não quer ser.

Se eu me aceito de verdade, eu faço o que tenho vontade, os outros que se danem. Mas se eu digo que me aceito da boca pra fora, só pra galera ouvir, e pensar “olha que bacana”, fica difícil. Então, antes do drama e de culpar a sociedade por qualquer preconceito, vai fazer o que você gosta, porque isso é um problema seu, e não deles! E seja feliz assim, gordo, magro, alto, baixo ou ruivo!

Smaaack ♥